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Recuperação ambiental em fazenda de Jaguariúna vira exemplo no Estado

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    Redação
  • há 1 dia
  • 2 min de leitura
Área do Haras Maripá recebeu cerca de 2,5 mil mudas por hectare - Foto: SOS Mata Atlântica
Área do Haras Maripá recebeu cerca de 2,5 mil mudas por hectare - Foto: SOS Mata Atlântica

O projeto de recuperação florestal do Haras Maripá, na Fazenda Retiro de Santana, em Jaguariúna, foi reconhecido pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) como referência em restauração ambiental no estado.


A iniciativa integra o Programa Florestas do Futuro, da Fundação SOS Mata Atlântica, na modalidade vinculada aos Termos de Compromisso de Recuperação Ambiental (TCRAs). No local, foram reunidos 51 termos, que resultaram no plantio de milhares de mudas de mais de 130 espécies nativas, recuperando uma área antes degradada por pastagens.


Com plantio adensado — cerca de 2.500 mudas por hectare — e manejo contínuo, a área atingiu os parâmetros exigidos em cerca de cinco anos, prazo bem inferior ao limite de até 20 anos estabelecido pela Cetesb.


Filipe Lindo Silva, membro da Articulação Territorial da Fundação SOS Mata Atlântica e anteriormente coordenador do Florestas do Futuro TCRA, destacou a transformação visível da região, historicamente degradada e agredida pelo uso de fogo para limpeza de pastos.



“Tivemos, desde o início, um bom desenvolvimento, com boa evolução. O proprietário fez o cercamento da área, e isso foi imprescindível para conseguirmos plantar e evitar que o gado avançasse em áreas protegidas dentro da propriedade. Com isso, conseguimos atingir os parâmetros da Resolução da Cetesb em tempo curto, com o plantio adensado de mudas, cerca de 2.500 por hectare, e com manejo intensivo da área”, explicou Silva, em entrevista ao portal da Fundação SOS Mata Atlântica.

Além dos ganhos ambientais, o Haras Maripá também tem papel estratégico em Jaguariúna ao ajudar a conter a expansão urbana e contribuir para a preservação de recursos naturais, como 11 nascentes.


Em 2025, decorridos apenas cinco anos do início do manejo, a área teve o que é conhecido como ‘baixa’ pela Cetesb – atingiu os parâmetros determinados pela Resolução SMA nº 032/2014. Um feito inédito na história da Fundação SOS Mata Atlântica.


Criado em 2004, o Programa Florestas do Futuro já soma dezenas de projetos em São Paulo, com mais de 1,6 milhão de mudas plantadas e mais de 670 hectares hectares em processo de restauração, consolidando-se como uma das principais iniciativas de recuperação da Mata Atlântica no estado.

 
 
 

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