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Patrimônio e Memória: Jaguariúna desperta para preservar sua história

  • Foto do escritor: Tomaz de Aquino
    Tomaz de Aquino
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura
Foto: O Jaguar
Foto: O Jaguar

Coube ao momento presente a conscientização do título acima. Jaguariúna cresceu em tamanho e mentalidade. E nesta evolução adquiriu um grau de conscientização que não admite mais qualquer omissão. Os munícipes deste parque industrial tomaram ciência de sua história, outrora Vila pequenina com vocação agrária. Imersos neste objetivo urgente de resgatar a memória, salvar a História, de zelar pela identidade de um povo e de uma cidade, o Conselho do Patrimônio Histórico alimentado pelo interesse coletivo de seus cidadãos revigora sua marcha, salvando sua paisagem cultural.  Assim casarões e sobrados que se caracterizaram por apresentar singular arquitetura do Distrito de Paz de Jaguary estão sendo preservados. Há muitos imóveis que necessitam de restauro, buscando a sua arquitetura original no Centro Histórico. Muitos encontram-se mutilados por infelizes reformas, não pensadas, nem planejadas. Elas andaram descaracterizando documentos inéditos de nossa história arquitetônica.

Transformaram obras artísticas de época em imóveis disformes. Isto ocorreu, porque se fizeram trocas de janelas e portas com precioso estilo por outras modernas, menores, mais práticas e baratas. Optaram pelo preço e não pela História e Memória, sem que o soubessem. Por isso destruíram o estilo das fachadas. Assim procederam em muitos imóveis tornando-os sem forma, sem estilo e feios. Constatando este fato, foi brotando uma nova conscientização, pois   a comunidade fora ferida pela impiedosa transformação e demolição de importantes patrimônios constitutivos de nossa paisagem cultural. Agora o projeto de restauração e de revitalização do Centro Histórico se fortalece, pois além de representar a evolução desse povo, ele traz consigo vantagens para o Turismo e para a Economia.


Há uma nova conscientização da necessidade de salvar o passado para servir o presente e o futuro. Os povos crescem quando analisam e assimilam a experiência das gerações anteriores. Hoje, os imóveis das famílias pioneiras do século XIX e até dos meados do século XX têm recebido o zelo de seus proprietários. Recebem adequações internas possíveis, adaptando-se às necessidades do mercado atual.

Desde maio/ 2024 realiza-se o Restauro da Matriz Centenária, marco de fundação de Jaguariúna. Edificada no estilo gótico e do barroco alemão. Há que buscar suas linhas originais e revitalizá-las. Este será o caminho ideal para salvar muito da paisagem cultural destruída pelo tempo e pelo desconhecimento do povo.


Nesta situação encontram-se alguns imóveis no Híper Centro Histórico destruídos por reformas incipientes: Casarões de 1894, fundação da Vila Bueno, esquina da Rua Cândido com Cel. Amâncio. E na mesma Cândido Bueno diante da Praça Central o imóvel que hoje, sedia o Banco Santander precisa de reposição das molduras originais de 1929. Foram retiradas para sediar edifícios bancários anteriores. O imóvel de esquina da rua Cândido Bueno com Júlia Bueno repor molduras no imóvel de 1910, aproximadamente,  retiradas durante processo de preservação pelo CONPHAAJ. Infelizmente houve outros patrimônios culturais materiais sendo aos poucos sacrificados por reformas que desapareceram...

Autor: Tomaz de Aquino Pires, professor e coordenador da Casa da Memória Padre Gomes, de Jaguariúna.
Autor: Tomaz de Aquino Pires, professor e coordenador da Casa da Memória Padre Gomes, de Jaguariúna.

 
 
 

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